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Dermatologista – referência necessária

A partir de janeiro de 2015, é necessário encaminhar um clínico geral. Regulamentos semelhantes também foram utilizados desde então para visitas oftalmológicas. Embora o Ombudsman for Patient www.dermo.pt e as organizações que representam os interesses dos pacientes tenham apelado ao Ministério da Saúde pela retirada dessas disposições, há pouca indicação de que haveria uma chance real de uma mudança rápida dessa decisão. Embora o Ministério da Saúde anuncie uma análise da situação (e avise que pode durar meses), também acrescenta que há um risco considerável de consequências graves de um maior acesso a um dermatologista e oftalmologista.

Como principal ameaça, ele relata o prolongamento das filas, embora estas e os registros atuais sejam grandes e atrasem o tratamento.

A mudança nos regulamentos atingiu principalmente homens que se reportam a um dermatologista com doenças sexualmente transmissíveis. As mulheres têm a oportunidade (pelo menos em teoria) de consulta rápida sem encaminhamento a um ginecologista. Os homens não apenas precisam quebrar a vergonha duas vezes (o que ainda é um problema considerável na Polônia) e são submetidos a um exame (primeiro no GP, depois no dermatologista), mas também são expostos a consultas atrasadas. Infelizmente, pouco mudará nessa área no futuro próximo.

LEMBRAR!

Para entrar em contato com o médico, deve ser reservada com antecedência na recepção!

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